Guia

fevereiro 18, 2011

Mais uma do meu Brasil

Ultimamente tem-se ouvido muito discussões nos mais diversos meios de comunicação sobre educação pública do Brasil. Uma das notícias foi que o número de pedagogos dobrou nos últimos anos! Hahaha... e porque a educação do país continua como está? Aquém do mínimo desejável?
A mais recente delas é que o Ministério da Educação propõe que não se reprove mais nos dois primeiros anos do ensino fundamental, utilizando o sistema de ciclos, para que a evasão escolar diminua, e que os alunos estejam alfabetizados até a terceira série.
Mas o que está por trás dessa menssagem? Qual o verdadeiro propósito do MEC querer diminuir a tx de evasão escolar e se esquecer da qualidade da educação?
Corroborando comigo, a pedagoga entrevistada na resportagem (Graças a Deus!!), Leda Gonçalves de Freitas, da Universidade Católica de Brasília, que disse: “Nós temos de pensar o conteúdo desse ciclo e o que fazer nesses três anos para que o aluno efetivamente seja aprovado. Se não construirmos essas condições, você só estará adiando um processo de reprovação”, disse a pedagoga.
Reprovar não é ruim, depende de como é colocado para o aluno, e a família tem papel fundamental nesse processo inicial de aprendizagem.
Hoje, no trabalho, lidamos com processos mentais cada dia mais complexos, os sistemas tem se tornado mais e mais amplos, em que as distâncias geográficas não são mais um fator impeditivo para que as pessoas se relacionem, estamos falando de Banda Extra Larga com velocidades de 100Mbps, robôs que limpam tua casa, etc. (E estou citando por cima!) E a escola tem preparado seus alunos a quê? Mal sabem escrever corretamente, quanto mais pensar criticamente!
Portanto, pergunto aos pedagogos de plantão (poucos aliás) o que nos falta para que a educação desse país tão rico em cultura inútil, possa oferecer ao mundo pessoas melhores, competentes, críticas, criativas? Será que só falta aumentar o salário? Será que só falta diminuir a quantidade de alunos nas salas? Porque mesmo em escolas particulares com números reduzidos de alunos por turma, é possível encotrarmos alunos mal formados, poucos sim, mas estão lá!
A reportagem a qual refiro-me é esta aqui. Leiam e tirem suas próprias conclusões.
Até

janeiro 17, 2011

Coroa de Rei Momo

Quanto mais eu rezo mais assonbração me aparece. Ouvi uma história e compsrtilhando aqui, gostaria de verificar se há mais algém que eoncorda comigo, ou eu que sou o problema.
Nas féria de um gerente, fora incumbido de suas atribuições, temporariamente e limitadamente (pois algumas tarefas só o gerente pode responder), um funcionário de mesmo nível hierárquico que todos do escritório, para isso. Motivos da imcubência: este funcionário está há mais tempo nessa mesma função, conhece os processo, e 60% do escritório estava de férias!
Diante disso, esse funcionário nada mais faria a não ser aprovar ou não alguns procedimentos, além de responder por alguns outros por durante 2 semanas.
Vejam vocês o que acontece quando se coloca a coroa de rei numa pessoa despreparada e imatura para tal função:
Marca reuniões para discutir sobre melhorias de procedimentos (que não pode acontecer sem o consetimento do verdadeiro gerente);
Chama funcionário no canto pra dar-lhe puxões de orelha por não lhe dar satisfações sobre seus movimentos na empresa (caso for no banheiro fazer o número 2, vc se fundeu, vai ter que falar!);
Exige que seus colegas (pelo menos a duas semanas atrás) façam o que lhe foi pedido (por ele, claro) o mais rápido que o impossível;
Discursa com a pose de um pombo, com vontades e desejos, querendo chamar a atenção das pessoas sobre o quão melhor é como gerente que o que lhe pôs nessa condição;
E por fim, mas não menos importante, acredita piamente que é mais competente que qualquer um da sala, e por isso está com a coroa.
Pessoas, atentem-se para não serem assim, humildade é uma virtude, mas simancol é bom senso. Façam esse exame de consciência e por favor, caso você se veja como um rei Momo (Reinado dura menos de um mês), parem agora de fazer o que estão fazendo e hajam com responsabilidade e humildade necessárias para um bom líder. Esta pessoa de quem contei a história não é gerente até hoje por falta de competência, mas o tempo de casa dela com certeza é um fator muito grande para assumir tal posto, basta que ele melhore seu desempenho individual e desenvolva as competências para ser um bom líder.
Lembrem-se que um líder não é nomeado, é eleito, e coroa alguma dá a pessoa esse título.

janeiro 07, 2011

Meu umbigo, que umbigo?

É bem comum em organizações do Brasil pessoas que não olham o próprio umbigo antes de falar dos umbigos alheios. É frequente as piadas acerca da característica alheia, seja ela fenotípica ou genotípica (nem sei se está certo essas grafias!). Pra quem não entendeu vou explicar: fazer piadas das roupas dos colegas, de suas características comportamentais, seus traços de personalidade, ou só o fato de você reclamar de alguém sem antes se conhecer já o fazem uma pessoas egoísta e sem consciência crítica, além de o tornar imaturo e arrogante.
Sim, é um horror trabalhar com pessoas assim, que a todo tempo fazem piadas utilizando pessoas como objetos. Falta-lhes criatividade na hora de escolher seus objetos de piada e senso crítico para notarem que as vezes a piada passa para a ofensa.
Por vezes ouvi piadas bem sem graças a meu respeito, mas assim como um presente, não aceitei as provocações e o objeto fora devolvido a quem o enviou. Piadas chulas e sem conteúdo, vindas de pessoas sem muito o que oferecer, não devem ser levadas em consideração. Mas mesmo assim gostaria de salientar que isso é uma forma de Bullyng camuflado pela política da boa convivência. É nítido o desconforto de algumas pessoas que são "vítimas" desse tipo de prática.
Agora, a dúvida que me persegue é: é melhor que as pessoas façam as piadas explícitamente ou pelas costas?
Considere que o que os olhos não vêem, o coração não sente...
Enfim gente, o que eu quero com este post é convidar-lhes a uma reflexão... será que eu sou o causador de bullyng no meu ambiente de trabalho ou círculo de amigos?
E se for, o que eu preciso fazer (mudar) para melhorar meu comportamento com estas pessoas?
Lembrem-se que ser você mesmo é importante, valorizo a individualidade das pessoas, mas pensar no próximo é igualmente importante, pois da mesma forma ele também tem sua individualidade e deve ser respeitado por isso. Não se apeguem a conceitos pré prontos sobre as pessoas e nem adotem clichês em suas falas, tenham personalidade própria e seja responsável por seus atos. Você pode pensar o que quiser de qualquer coisa ou pessoa, mas não deve tornar isso objeto de ofensa (piada) para outras pessoas, e muito menos suas palavras não devem ser usadas para ferir ou caluniar as opções que as pessoas fazem - cor de cabelo, tatuagem, roupa colorida, cabelo liso, polchete - ou por simplesmente serem -sexualidade, etnia, cor, estatura, peso, cor dos olhos.
Pensem nisso, vivemos num país altamente preconceituso e racista, só não percebe quem não quer porque eles estão por toda parte! cuidado para não estar em você!
até

janeiro 06, 2011

Santos -SP

Ano passado,  mais precisamente no início de dezembro, estive num congresso de Recursos Humanos em Santos, litoral de São Paulo, e gostaria de compartilhar algumas experiências que tive nessa viagem.
Primeiramente gostaria de elogiar o ótimo serviço de taxis que a cidade tem, são ótemos, muito honestos e bastante gentis, adorei!
Em segundo lugar, parabenizar pelas belas praias, limpas, e bastante movimentadas. E por fim parabenizar aos cozinheiros e chefs, lógico que somente das que eu fui, que infelizmente não me lembro mais. Mas que serviram-nos belíssimos pratos!
E é isso... agora aos trasntornos que ainda estamos passando... Os hotéis são escassos, ou seja, se precisares de algum, pesquise muito e principalmente, não deixe de reservar no melhor, e se não me engano só há dois bons. Por falta desse conhecimento, reservamos num chamdao Marinu´s Hotel. Pra falar a verdade, só o nome já denunciava a encreca em que estaríamos entrando. Chegando na cidade, o taxista nos alerta sobre o hotel, que fora um motel e estava mudando seu conceito. Um horror de entrada, acabos nem entrando e cancelando a diária, e nada mais justo que pagássemos uma meia diária pela reserva não confirmada. Enfim, nada tão absurdo quanto o atendimento do mesmo. Pedimos a emissão da nota fiscal aqui de Curitiba, e que nos enviassem via correio, mas como nem hóspedes nós fomos, a tratativa foi um horror, uma incompetência gigantesca por parte dos funcionários e da própria gerência, isso se não for o proprietário do local. Até hoje aguardamos a chegada da nota, e nem o número de rastreamento nós recebemos.
Eu acredito que por ser uma cidade litorânea, turística os serviços devam ser de altíssima qualidade, e pelo menos neste hotel faltou isso. Nem imagino como seria o tratamento se estivéssemos nos hospedados lá.

Já o hotel que estivemos hospedados outr decepção, mas esta com relação a qualidade da estrutura física mesmo, parecia que estávamos num daqueles hotéis em Bangkoc, mas o atendimento foi bacana.
Espero ter colaborado para aqueles que pretendem viajar para lá!

até

janeiro 04, 2011

Psicologizando a Pedagogia

Nos meus poucos anos de vida profissional pude perceber que há uma grande psicologização da pedagogia. Aliás, em muitos casos, há grande dificuldade de entender qual é o papel da pedagogia no mundo!
Imagino que as pessoas pensem "mas pedagogia é pra trabalhar com criança", NÃO! Não é só para trabalhar com criança. Sei do significado da palavra pedagogia, mas você restringir uma ciência apenas em seu valor semântico, você tira milhares de anos de estudos, pesquisas etc e tal da área em questão. A pedagogia estuda a EDUCAÇÃO, em todos os seus âmbitos, modalidades, ambientes etc. A pedagogia não é só psicologia, é antropologia, sociologia, filosofia... é tudo isso junto e misturado.
Há uma crescente e vertiginosa demanda por pedagogos, mas por bons pedagogos no Brasil. Então profissionais da educação, levantem-se e tomem os espaços que lhes é de direito, e façam valer o diploma por vezes tão cobiçado, mas que agora tem sido depreciado por nossa própria negligência. Chamem para ti a responsabilidade da educação de teu país, estudem muito, não só as teorias de aprendizagem, e sim TUDO que se refere a área.
Trabalhamos com crianças sim, e também com adultos, empresas, universidades e qualquer lugar em que a educação esteja ocorrendo!
 Somos responsáveis pelas escolhas que fazemos!

dezembro 29, 2010

Brasil para brasileiros

Depois de uma era sem escrever nada no meu queridinho blog, voltei com o gás todo... hahahah mentira. Voltei com muita decepção.
Bom, como muitos sabem, estamos (eu e meu marido) morando em Curitiba, cidade famosa por sua falta de receptividade. Por tempos defendi os nativos da cidade achando que era perseguição, ou mesmo falta de opinião própria das pessoas. Bom, depois de quase um ano morando aqui, notei que estava errada. Os cidadãos daqui são mesmo mais reservados, e as vezes muito grossos. Essa foi a decepção número 1.
Como temos parentes em Londrina, na verdade TODO mundo tá lá, (cerca de 400km de distância de Curitiba), sempre que temos uma oportunidade vamos para lá num bate e volta. É cansativo, mas uma delícia rever as pessoas que a gente ama. Enfim, nessas idas e vindas percebedos o seguinte nas estradas pedagiadas do nosso Estado: passando Ponta Grossa em direção a Londrina estamos a salvo, e até Ponta Grossa vihndo de Londrina também. O que isso significa? Pessoas, os carros com placas de Curitiba (obviamente que há excessões, mas garanto que são poucas) fazem cada barberagem (jeito curitibano de dirigir) na rodovia! Verdade, trafegam abaixo do limite de velocidade na faixa da esquerda, forçando uma galera a ultrapassar pela direita (o que é terrivelmente perigoso e proibido!). E quando digo forçando falo sério, os motoristas continuam a trafegar a uma velociadade baixa, e quem tá atrás não consegue passar, enquanto que a faixa da direita está TOTALMENTE LIVRE! Como pode? Ainda tentando defender os motoristas curitibanos, eu dizia que isso era problema do brasileiro, mas recentemente fui para Santos-SP e viagei de SP à Santos de ônibus e vejam só vocês... no Estado de SP o trânsito funciona!! Quem está mais rápido está na faixa da esquerda, e quem não gosta de acelerar tanto está na faixa da direita. Algo muito simples, que aprendemos na autoescola. E por falar nisso, vimos não mais que há dois meses atrás, um carro da autoescola daqui fazendo uma conversão proibida numa rua movimentada! (rs) O pessoal já aprende errado. E esta foi a decepção 2.
Por fim, mas não menos importante, ontem (28/ 12/ 2010) fomos atrás de umas marmorarias para a confecção de uma pia. Simples e tals, gostaríamos de saber os valores das mesmas para poder comparar o custo benefício de se mandar fazer, ou comprar pronto. Na marmoraria Pedramar fomos gentilmente atendidos, contudo... Foi até engraçado. Temos um valor guardado para este móvel para a cozinha, para podermos negociar melhor os valores e tals. Este vendedor, fez o orçamento, e quando eu perguntava sobre formas de pagamento, tipos de pedra e tals ele olhou pra gente com pesar e disse: vcs já passarm na Aliança?
Pessoas, Aliança é uma loja popular aqui de Curitiba, que não fabrica móveis sob medida. Quase voltei na Pedramar para falar umas verdades ao vendedor, mas depois achei graça. Ele achou que não tínhas dinheiro, ou sei lá, que não éramos sufucientemente bons para comprar na sua loja. Gente, aqui tem muito disso. Se vc não tem o carro bom, as roupas não são as que todo mundo que tem dinheiro tem, vc é pobre e coitado. Uma pena que haja tantas pessoas que pensam e agem assim.
Acredito que isso não é privilégio da cidade de Curitiba, em todo lugar há gente desse tipo. Mas eu  passei por isso somente aqui.
No final das contas, decidimos comprar tudo na TOKSTOK, aonde a gente não passou por isso, ainda.

outubro 28, 2010

Nova geração - VEJA SP

Façam uma reflexão... que tem que se adaptar a quem... o mundo ou você?

Nova geração - VEJA SP

Vale a pena ajudar

Acho que vale a pena ajudar, meu colega e quase parente pediu num blog uma ajudunha, e eu estou tentando aumntar na divulgação. Como dizia Eek the cat: "ajudar não dói!"
APELO AOS AMIGOS LEITORES!!
27/10/2010

Olá, Amigos!! Preciso de ajuda!

Minha família está passando por muita angústia nos últimos dias!
Meu tio está desaparecido desde segunda-feira, dia 25 de Outubro.
Ele mora no Jardim Bandeirantes, zona oeste de Londrina. Teria sido visto na região do Jd. Santo Amaro e Ana Rosa, em Cambé.

Sua memória está bastante debilitada e acreditamos que ele tenha se perdido e não encontre o caminho de volta para casa.
Ele se chama Edson Balbino da Silva, vestia uma calça social da cor caqui, uma camisa Polo azul clara, jaqueta cinza e sandálias havaianas.
Acreditamos que ele não possa ter ido muito longe, porque não tinha muito dinheiro.

Peço para que nos ajudem na divulgação desse apelo. Se você vir alguém com essas características, por favor, comunique a Polícia Militar, imediatamente, pelo 190. Ele é pai do Sargento Balbino, da Cavalaria do 5o BPM de Londrina.

Conto com a ajuda de todos, realmente!

Peço que repasse para todos seus amigos! Mesmo que você não seja de Londrina ou região, pode ter algum amigo por aqui, ou algum amigo de amigo seja!!

Se você tem Blog, amigos que tenham blog ou outra forma para divulgar, por favor, divulgem!! Estamos realmente aflitos!! Peço de coração!!

Desde já, muito obrigado!!

Edson Balbino da Silva - Se você o vir, pro favor, comunique a Polícia Militar pelo 190

outubro 26, 2010

O silêncio também é som

Numa aula de educação musical (diferentemente de aula de música, quero deixar isso bem claro), aprendi que o silêncio também faz parte do mundo dos sons. Acho isso interessante, já vivemos num mundo altamente sonoro.
Eutrabalho num prédio nas proximidades de um terminal de ônibus coletivo na cidade de Curitiba, e com um grande volume de carros e caminhões, sem contar nos protestos, passeatas e campanhas políticas (agora época de eleição). Não bastasse isso, compartilho a sala com pessoas altamentes barulhentas, um que não fica quieto nem quando não se tem o que dizer. Ora está assoviando, ora batendo palma para nos assustar, uma vez que estamos concentrados. Outra pessoa que dá risada de tudo, sem limites aparente, fala pelos cotovelos, sem contar no veneno que escorre de suas presas de vez em quando, mas que ainda sim consegue se aquietar em alguns momentos.
Falo muito também, mas me monitoro para não incomodar as pessoas, sou do tipo que quando percebe que há muito sendo dito fico quieta para não atrapalhar a enxurrada de informação inútil que é descarregada ao mesmo tempo. Acredito que no memento em que o silêncio passa a ser artigo de luxo, pouca informação é realmente aproveitada.
A mente da gente precisa de um tempo para organizar informações novas, para assimilar bem é preciso desse tempo consigo, com seus pensmentos.
Não tenho coragem de dizer "Cala a boca!", então, peço a quem me lê, e se vê como uma pessoa que fala muito, Dá um tempo! fique quieto por alguns instantes e deixe as pessoas pensarem.
Façam esse autoconhecimento, essa autoanálise e respeite o espaço do outro, inclusive o mundo dos sons, pois infelizmente ouvido não pode ser fechado como a boca pode.

até

outubro 25, 2010

Profissão: professora

Vira e mexe, as pessoas me chamam de professora, sem ao menos eu lecionar. Isso é o que ocorre quando digo que sou pedagoga.
De fato, todo pedagogo é por sua natureza um professor, mas é importante ressaltar que professor não é pedagogo. O papel do pedagogo é maior, abrange a educação em todas as suas modalidades, e o profissional da área tem negligenciado isso. Não raro é ver que os profissionais da educação, simplesmente não sabendo dessa premissa fundamental. Em outros casos, vi profissionais de outras áreas assumindo o papel pedagogo, já que este não tem atendido às necessidades da área.
Veja o caso de psicólogos, administradores, filósofos e jornalistas, que escrevem e pesquisam sobre a educação, e oferecem à comunidade resultados que auxiliam no desenvolvimento de ferramentas para melhorar o processo de ensino-aprendizagem.
Certa vez, ouvi as seguintes perguntas: qual o papel do pedagogo dentro de uma empresa? É para reproduzir o capitalismo? Estas questões foram feitas por uma estudante de pedagogia.
Os termos educação a distância, currículo, avaliação, aprendizagem são familiares? Pois bem, são comumente utilizados no campo da educação, e igualmente usados em pesquisas em Treinamento e desenvolvimento e psicologia organizacional. Ora, se isto não responde a primeira pergunta, então não exerço a função de pedagoga.
Já para a segunda pergunta, fiquei a pensar, respondi com dificuldade, mas conclui que sim, e mais do que reproduzir o capitalismo é aumentar a produtividade, o desempenho laboral e gerar lucro para as empresas, já que são elas que estão investindo em suas competências (este termo dá uma tese de doutrado). Isso ocorre porque as empresas ncessitam de pessoas competentes, e estas estão escassas no mercado de trabalho brasileiro. Logo, as organizações pegaram para si a responsabilidade de formá-las, educá-las prepará-las para execerem com excelência suas atividades laborais. Por outro lado, as pessoas ganham em conhecimento, capacitação, formação e desenvolvimento profissional, já que o conhecimento não pode ser retirado!
Nosso papel nas organizações não param por aqui, mas há muito o que fazer.
até

outubro 22, 2010

Eleições 2010

Putz grila (bem antiga esta expressão!), esse período de eleição é uma palhaça sem limites. É um tal de disse não disse, roubou não roubou, uma vergonha.Defendo que para ser político não necessariamente receberia salário. Aliás, ser político é profissão? Nem vou perguntar que faculdade que cursa que imagino que resposta terei, mas enfim, quem quando criança sonhava em ser político? (pelo menos na minha época, não). E na hora de preencher algum formulário, no campo profissão a pessoa pôe político? Claro que não. Político não é profissão, é atividade. E pela nobreza de tal, deveria ser voluntária!
Quer defender os direitos dos cidadãos? Quer ajudar a população ter acesso à saúde, educação, segurança? Você se considera competente o suficiente para garantir ao teu povo melhor qualidade de vida, respeito, emprego e sei lá mais o que defendem nas campanhas políticas? Pois bem, vai ser mas não vai ganhar nada! Apenas serão pagas suas despesas com transporte, hospedagem e materiais para escritório... não receberá salário. Imaginem quem se candidataria. Aposto que diminuiriamos em 99,9% de candidatos. Os horários eleitorais na televisão e no rádio já tertiam seu tempo reduzido. Já é uma vantagem. Diminuiríamos a folha de pagamento desses cidadãos. Outra vantagem. E possivelmente teríamos pessoas realmente comprometidas em agir politicamente, e não fazer politicagem.
Mas do jeito que é o noso país, com pessoas muito criativas e cheia de jeitinhos, encontrariam um meio de tranformar numa ideia boa ideia em favor do crime. Porque pra mim, desviar dinheiro público, aproveitar-se de cargos para conseguir vantagens particulares entre outras tantas atitudes que prejudicam nosso país, são atitudes de criminosos, bandidos. Mas acho que esses tipos de denominação já não os ofende mais.

Pensem antes de votar, pelo amor de Deus, não é porque ele é alegre que ele é bom (Tiririca), nem porque ela é gostosinha que seria uma bela senadora (Gleisi Hofman).

até

outubro 21, 2010

Foto tirada por Luciana Nishimura
Finalmente casamos! Depois de um ano de planejamento, estresses, gastos e muita diversão, finalmente trocamos as alianças. Após um mês e 2 semanas, volto a postar neste blog que mais parece um diário particular que teve seu cadeado aberto. Não muito querido, pois há pouqíssimas visitas! (rs)
Gostaria de compartilhar aqui todas essas experiências, mudanças, incertezas e aventuras, com a intenção de ajudar quem também passará ou está passando por mudanças de emprego, de casa, cidade, de vida!

Por isso, peço que este seja um espaço democrático de trocas de infomações e principalmente de aprendizado!
até


julho 13, 2010

Um olhar estrangeiro - Rio de Janeiro

Tudo bem que passamos um final de semana no Rio, e que passeamos apenas numa praia, mas foi o sufuciente para eu perceber algumas coisas. Situando, quando falo em percepções refiro-me às primeiras impressões sobre determinado assunto.
Como eu já havia dito no post sobre SP, iniciei uma série de posts sobre as percepções sobre os lugares que visitei.
O motivo pelo qual viajei para o Rio foi a busca pela oportunidade. Prestei concurso para uma vaga nessa cidade. Por uma questão de princípios, não falarei para qual empresa e nem o nome da organizadora do concurso.
Tudo começou na escolha do hotel, procurei pelo mais próximo do local da prova e não levei em conta o fator custo benefício. Assim, ficamos hospedados num hotel mais ou menos próximos à Lapa, que nem chegamos a conhecer, pois o recepcionista nos alertou sobre os perigos do lugar durante o dia, e ficamos desconfiados em ir de noite! Para quem não sabe, meu noivo é um amante do chorinho, ritmo de música tipicamente brasileiro, e a Lapa é um lugar onde há muitos chorões, assim denominados os músicos de chorinho (perdoem-me os músicos, caso eu tenha escrito alguma bobagem!). Enfim, estavamos a uma quadra de lá e nem passamos para conhecer, disso me arrependo amargamente!
Sem muitos recursos fomos ao Rio de ônibus mesmo. Como fora durante a noite, não deu para ver nenhuma paisagem dos Estados do PR e SP, mas logo de manhã já estávamos chegando ao Estado do Rio e pudemos ver a variação de temperatura e vegetação. Cruzando pela Serra antes de entrar na cidade do Rio propriamente dita, paramos num posto policial para uma revista do carro, creio que seja um procedimento muito comum em cidades em que o crime e a violência são muito frequentes.
Após atravessar um túnel finalmente pudemos ver  cidade. Saibam que o portal de entrada dela são as comunidades (nova maneira de chamar as favelas, mas no fundo é a mesma coisa). Pudemos observar rios e córregos absolutamente poluídos. Tanto se fala de SP como sendo uma cidade muito suja, mas garanto que o Rio de Janeiro não deve nada neste quesito.
Chegando à rodoviária vimos-nos num caos total. Pessoas e malas num bolo louco só! Procuramos por um taxi, e fomos direto ao hotel. Cidade quente!
Pensando em garantir nossa saúde e segurança, já que não tinhamos idea de onde estávamos, decidimos comer no restaurante do hotel. Péssimo! O Hotel era o Rio´s Presidente Hotel (deste eu digo o nome!), localizado na rua D. Pedro I no centro do Rio. A comida era muito cara e de péssima qualidade, enfim, era o que podíamos pagar. Penso que não é porque está barato que tenha que ser relaxado, mas fazer o que né?!
Fiz a prova na manhã do domingo e de tarde fomos para a praia de Copacabana, conhecer a famosa dita cuja! Fomos de ônibus, que é outra coisa louca na cidade! Sim, ele não pára no ponto se ele não quiser! (rs)
É tudo muito bacana, os restaurantes são maravilhosos, mas covenhamos, é para poucos... como típica cidade turística tudo é muito caro. Mas graças que ainda nao fecharam a praia e pudemos passear em paz!
Lotada como sempre em dias quentes, só conseguimos passear por um período, pois tínhamos que pegar o ônibus de volta.
Foi realmente um passeio rápido, sem a intenção de ser turística e sim "profissional", mas valeu a pena. Não consegui grandes fotos, nem grandes experiências, mas foi o suficiente para estigar para uma segunda vez!
Só um adendo sobre as comunidades, a cidade do Rio é basicamente cercada por elas. E para nós que vivemos numa cidade em que as mesmas estão escondidas (não em Curitiba, claro, refiro-me a Londrina) é surpreendente a magnitude das comunidades!
até

julho 09, 2010

Estou voltando pra casa, outra vez...

Já dizia a música.... que não me lembro agora... que voltar pra casa é bacaninha! (rs)
A verdade é que é muito bom saber que há um lugar pra onde voltar, um lugar bom e seguro, seu ninho. Li, não sei onde, que é importante os jovens saber para onde ir, mas principalmente saber de onde veio. Conhecer suas raízes, suas origens, sua cultura, isso tudo é muito bom! E só hoje eu reconheço isso. 
A verdade é que enquanto estava no ninho eu queira sair, conhecer outros lugares, ir atrás das oportunidades. E hoje que estou longe (nem tanto são só 375 Km) gostaria de voltar. Não pra casa, só mais perto dela!
Almoço de domingo na casa da mãe, bater um papo com teu pai, falar asneiras e rir junto, são pequenos momentos que fazem falta na vida de uma pessoa. Não pensem que estou me lamentando, ou triste ao falar disso, pelo contrário, estou muito feliz. Não por estar longe de casa, mas por saber que posso voltar!
Uma amiga da época da faculdade viu sua mãe falecer na cama gemendo de dores após lutar contra a doença (algum tipo de câncer) por dois anos. Um sofrimento que percorreu todo esse período, e não somente os dias finais. Ela me relatava que o mais difícil não foi "perder" a mãe, mas vê-la sofre e não poder fazer absolutamente nada para ajudar a aliviar a dor. No velório, com um sentimento de alívio e saudade, encontrei-a em prantos e uma legião de amigos prestando a última homenagem àquela senhora que eu não tive a oportunidade de conhecer, mas que tenho plena certeza de que foi uma pessoa muito querida, já que havia muita gente lá. Por que essa triste história? Bem, depois passado por toda essa provação, e retornando à faculdade, ela me disse: sinto vontade de abraçá-la, de sentir seu cheiro, e de simplesmente dizer o quanto a amo... Erika, não perca a oportunidade de fazer isso, sempre que tiver vontade.
Pensei muito sobre, e cheguei em casa e abracei a minha mãe. Minha irmã e eu não tivemos muito esse contato físico com minha mãe, não fomos acostumadas a falar sobre nossos sentimentos, muito menos de dizer o quanto amamos as pessoas que amamos. Acredito que é consequência da educação que ela recebera, uma educação oriental e tal (não estou criticando nada... só relatando!). Enfim, foi depois que nasceu meu irmão, caçula e temporão, que mudamos isso. Hoje nos abraçamos e dizemos uns aos outro o quanto nos gostamos. É bom, enriquece a alma, te dá segurança em saber que essas pessoas te defenderia com a própria vida, pois é isso que é uma familia. 
Confesso que no começo é meio estranho, se você não tem o costume. Mas é só no começo!
Quanto à minha amiga, bem. A última vez que  encontrei foi no seu casamento. Muito feliz e realizada, linda como sempre e com novos projetos! Acredito que depois de tudo que ela passou (não foi só a perda da mãe, muita coisa ruim aconteceu a ela) ela se tornou uma pessoa muito mais forte. 
Quabre barreiras, mude de comportamento, deixe-se experimentar novas sensações, novas experiências! Vale a pena!
Obs.: experimentar o novo sem que cause prejuízo a você (sua saúde, principalmente) e nem a outrem!
Até

julho 08, 2010

Comer em Curitiba

A gastronomia de Curitiba é maravilhosa! Há diversos lugares para se alimentar bem sem que se gaste muito.Trabalho no centro de Curitiba, em frente a praça Rui Barbosa e nessa região há de tudo, desde comida vegetariana a churrascarias, desde comidas chulé até restaurantes finésimos. Inclusive o restaurante popular é bem próximo do escritório onde me encontro. Enfim, só passo fome se eu quiser.
E por essas andanças gastronômicas percebi que o preço médio para se comer com qualidade sem que você sinta que foi assaltado gira em torno dos R$ 12,00. Pode-se encontrar também refeições mais baratas e não nocivas à saúde por até R$ 7,00. Claro, que isso para quem come o equivalente a 400g, com direito a uma sobremesa e cafezinho no final. Para melhor orientação, o preço do quilo do buffet fica em torno dos R$ 15,90 a R$ 54,00, em que o primeiro temos poucas opções de pratos e pouca variedade durante a semana, e o último refere-se a um restaurante japonês. Nesse meio, encontramos os grills, em que são servidos refeições mais caseiras, com uma variedade rasoável de pratos e diversos tipos de carnes. Mas durante esse tempo que tenho almoçado por aqui, percebi que o mais bacana da refeição é o ambiente. Comer com pressa, num lugar muito lotado, cheio de gente, às vezes sem um lugar pra você se sentar de imediato, ou que você tenha que enfrentar uma baita fila para se servir ou paga, não vale tanto a pena pelo valor mais baixo. De vez em quando é muito bacana comer num ambiente mais aconchegante, com menos pessoas, sem que você saia com o cheiro das frituras no corpo. 
Apesar de tudo, vai depender sempre de quanto você pode gastar e do que você se submete a comer. Tem pra todos os gostos e bolsos.
Apesar de Curitiba ter a fama de ter restaurantes carérrimos, acredite, ainda é possível comer bem em lugares bacanas sem sair de lá devendo até as cuecas!

julho 07, 2010

Comportamento do consumidor

Quem me conhece sabe o quanto questiono sobre o comportamento do consumidor. Sim, do comportamento de todos nós, pois uma vez vivendo numa sociedade capitalista, somos capitalistas. Não adianta tentar ser diferente, é mais conveniente mudar de lugar!
Tudo é consumível (se é que existe tal palavra) numa sociedade do consumo. Inclusive ar. Ouvi dizer que uma pessoa, muito empreendedora por sinal, passou a engarrafar o ar de Curitiba e vender o tal "ar puro" no aeroporto e na rodoviária. O mais incrível é que ele vendeu! Isso ocorreu numa época em que a cidade estava com a bola toda como sendo uma das melhores para se viver, com maior qualidade de vida e tal. 
Para mim, o maior símbolo desse consumismo são os shoppings, ou centros de compras se preferir. Um grande espaço coberto com centenas de lojas, "praças", lazer e restaurantes concentrados. O que se faz num lugar desse? Compras! É impossível ir ao shopping sem gastar um centavo, primeiro que só pra você chegar lá são R$ 4,00 de estacionamento (preço médio aqui em Curitiba), ou R$ 2,10 de ônibus. É uma cidade dentro de uma cidade, e como tal também tem seus problemas.
Sem perder o foco, gostaria de destacar uma situação muito comum nos shoppings, a praça de alimentação. Com muito esforço, é possível encontrar um lugar que venda comida de verdade (não considero fast-food comida) a um preço decente. Mas o mais importante, lugar para comer. Sim meu povo, é uma luta encontrar uma mesa vaga para você se sentar e comer sossegado aquela comida feita sem amor (rs). Ora as mesas estão ocupadas com as pessoas (dert, óbvio), ora estão ocupadas com bandejas (???). Sim, bandejas sujas e com restos de comida. MEU DEUS, qual é a dificuldade de levar a bendita bandeja que VOCÊ utilizou na mesinha de bandejas? Vai doer? Vai matar? Não, as pessoas, por increça que parível, acham que é humilhante, não é serviço para elas e blá, blá, blá... Se todo mundo retirar as bandejas que utilizou, liberando a mesa que ocupou  mais rapidamente, ajudamos a agilizar a vida de muita gente, a começa de nós mesmos! O tempo que passearíamos pela praça de alimentação com uma bandeja cheia de comida ruim diminuiria e deixaríamos de ser pessoas arrogantes e inferiores, pois quem pensa que é humilhante, trabalho indigno e sei lá mais o que recolher as bandejas, são sim, seres inferiores, de mente pobre e espírito de porco (com todo o respeito pelo porco!).
Pronto, feito meu desabafo, voltemos ao consumo. O brasileiro (e não só ele, mas não poderia falar de outra nacionalidade com tanta propriedade quanto a brasileira) tem uma dificuldade extrema em exigir seus direitos. A não ser que seja um estudante de direito, ou mesmo um bacharel em, as pessoas em geral não sabem como exigir seus direitos como consumidor. Certa vez comprei uma caixa de bombons com um bombom mal embalado. Liguei na empresa e relatei o fato, e meu colega de trabalho me chamou de barraqueira.Dizia "onde já se viu, por causa de um bombom!". O fato é que não se trata de um bombom, trata-se de seus direitos! Comprei uma caixa e quando o fiz, esperava por todos eles! Não liguei na empresa xingando ou coisa do tipo, foi uma forma dela se cuidar também, e como agradecimento recebi em menos de dois dias outra caixa de bombom! A empresa ganha, eu ganho e todos ficam satisfeitos.
Falta-nos a educação para cidadania, para atuar na sociedade e fazer a diferença. Pessoas, é ano de eleição, e uma das mais importante, pois escolheremos governadores, senadores e presidente! Faz muita diferença escolher com prudência! O país tem crescido a olhos vistos, e para que isso continue é essencial que tenhamos consciência de nosso papel na sociedade. Lembrem-se, urna não é pinico!

julho 06, 2010

Ainda sobre Curitiba

Posso garatir, com pouco mais de 2 meses morando na capital paranaense, que a cidade é SUMPIMPA! (nossaaa... que termo antigo!) Pois bem, meu irmãozinho veio passar uma semana das suas férias aqui conosco! Uma alegria imensa, e para valer a viagem, passeamos na Linha turismo.
Para quem não conhece, a Linha turismo é um ônibus de dois andares, que percorre os principais pontos turísticos da cidade, o que é praticamente toda a cidade. E como tudo na vida, há vantagens e desvantagens.
As vantagens estão exatamente no passeio em si, por passar nos principais pontos turísticos da cidade, é uma forma de conhecer a cidade no que ela tem de melhor. Já as desvantagens estão nas acomodações, que sendo seu segundo andar aberto e a cidade fria, temos um passeio um  pouco desconfortável, mas nada terrível. Outra coisa é a instabilidade do tempo, caso você desconfie da chuva, não ande neste ônibus, sério, é uma péssima ideia. Inclusive muito depois dela ter passado. Os bancos são estofados, mas tem buracos, que quando você se senta, já viu né?! Sai com as calças toda molhada!
Nunca se esqueça da câmera fotográfica e do guia turístico, que tem informações interessantes sobre os pontos que o ônibus irá passar.
Enfim, acompanhei meu irmão nesse passeio que eu mesma já fiz umas 4 vezes. Sempre acompanhando alguém!
Aconselho o passeio, vale muito a pena, desde que você não seja aquelas pessoas que tudo reclama e de tudo acha ruim. E um conselho?! Escolha alguns pontos para descer, conhecer, passear, sentir.... é uma forma de sentir que você realmente está na cidade.



junho 20, 2010

Pelas Ruas de Curitiba

Mulheres, cuidado! Perigo ao andar pelas calçadas curitibanas!
Em conversa com o segurança do prédio onde trabalho, verifiquei que é muito comum as mulheres cairem enquanto andam pelas calçadas de Curitiba. O petti-pavet (nem sei se é assim que se escreve) tá velho, e há muitos buracos pelas calçadas. E se não é esse tipo de piso, temos o paralelepípedo, que também gera uma certa tensão ao se caminha sobre ele.
Difícil para as mulheres, difícil para os deficientes visuais, físicos, difícil para idosos... Não compreendo por que a insistência de se utilizar tal tipo de vestimento para calçadas, lugar onde deve-se preservar um direito simples e básico do cidadão brasileiro, o de ir e vir (sem cair!).
Eu já tive o privilégio de experimentar o gosto do chão curitibano, sim... fui ao chão em minhas primeiras vindas para esta terra. Fiquei pensando se eu que precisava me adaptar ao tipo de chão daqui, mas vendo que há diversas pessoas que caem também, penso que o problema é realmente o piso!
Não sei por que não trocaram ainda, uma cidade famosa por seus projetos de sustentabilidade e tals, podia se preocupar um pouquinho com a acessibilidade também!
Custa caro, requer grandes investimentos, mas permitiria as pessoas de ir e vir de qualquer lugar sem que se preocupassem com uma habilidade que ela desenvolveu na infância, o andar!
Ah, e por que chamei a atenção das mulheres no começo deste post? Bem, a grande maioria que despenca são mulheres. Não por elas serem mais desequilibradas (rs), mas por causa de seus saltos altos, e que na verdade nem são tão altos assim. Quanto a mim, cai de tênis mesmo!

junho 15, 2010

A taça do mundo é nossa...

Copa do mundo me fez pensar sobre algumas coisas. A primeira delas foi: porque cargas d'água que todo mundo fica tão diferente em jogos da copa do mundo? 
Fomos dispensados de trabalhar durante o jogo da seleção, aliás, dispensa do resto do dia, devido ao horário do jogo (que acabava às 17:30 h). Enfim, as pessoas andavam muito alegres, com pressa pra chegar não sei onde, pra fazer não sei o que, pra lá e pra cá. O trânsito estava pior que no horário de pico, e mesmo assim, não tirou a alegria dos rostos das pessoas. até brincavam com a buzinha, fazendo aquela sequencia tan..tan..tan..tan..tan..... TAN TAN! (será que deu pra entender?!). As cores da bandeira pintadas no rosto, estampadas nas roupas e a própria bandeira cobrindo seus ombros, demonstrando um patriotismo distorcido... por que as pessoas não são assim sempre?! 
Não sou patriota, nem tampouco defendo algum partido político, mas acredito na força do coletivo! E tenho certeza que se houvesse essa mesma união, que é tão evidente nesse período, para reinvidicações dos nosso direitos, e exigir que se cumpra as obrigações etc. a população conseguiria garantir o que não precisaria ser reinvidicado, pois já lhe é garantido por lei. 
Outra coisa, hoje o trânsito estava tão insuportável quanto nos horários de pico, mas as pessoas estavam tão mais tolerantes umas com as outras que nem parecia aquele trânsito de sempre. E por que? Pra torcer pela seleção? Pra ter orgulho de ser brasileiro pelo menos uma vez a cada quatro anos? E votar com mais responsabilidade? É meus caros, é ano de eleição também, e aposto que vocês não se lembravam disso!
Não questiono o torcer pelo time, acho sensacional isso! É gostoso ter pra quem torcer, vibrar com o time as vitórias, amargurar as derrotas, falar mal do árbitro sem entender bem o que tá acontecendo e principalmente, ter orgulho de ser representada por um time respeitado no mundo! 
O que eu não compreendo é por que as pessoas não são torcedoras sempre?! Torcer pelo colega de trabalho, pela felicidade do outro, vibrar com as vitórias econômicas e políticas do país, amargurar as derrotas mas estar torcendo pra que o jogo vire. Por que é tão difícil ficar feliz pela felicidade do outro?  O mundo tem defendido uma ideia individualista e consumista desenfreada que perdeu-se o que é realmente importante: as pessoas!
Pensem nisso, sejam torcedoras sempre! E se possível, participem do jogo também (entendam que me refiro a jogo como forma de expressar os acontecimentos do mundo, do país, e não como o nome propriamente dito).
Tentarei voltar a postar com mais peridiocidade, prometo! 

Até mais

junho 02, 2010

Xô preconceito!

Há alguns dias atrás pensei em escrever sobre preconceito. Um tema complexo e amplo que daria margem para muitas reflexões. Por falta de tempo, espaço físico (na época estava num quartinho perto da PUC de Curitiba) acabei não escrevendo, e caiu no esquecimento.
Veja só você, que estava lendo as notícias na Gazeta do Povo on line (02/ 06/ 2010, às 13:19) e vi um post num blog do jornal sobre o preconceito, o qual compartilho com vós!
 Por que tanto preconceito?      
Enviado por Thiago Banik, 02/06/2010 às 01:03
Acho que todos, mas todos mesmo, olham para uma pessoa e formam algum tipo de pré-conceito. Coisas do tipo: “ela é uma pessoa legal”, “ele é magrelo demais”, “é insuportavelmente metido”, “ela é linda” e por aí vai.
O problema é que – ao fazer tais análises precipitadas – muitas vezes esses comentários vêm carregados também de preconceito.
Daí, sai de baixo. Cá entre nós, por que alguém odeia ou evita uma pessoa por motivos relacionados à raça, religião, estilo, opção sexual, social ou até mesmo por contada da atividade profissional da vítima?  

Todos conhecem alguém que é preconceituoso ou – mais triste ainda – é uma dessas pessoas ou até já foi vítima disso (P.S: se algum leitor já foi vítima disso, amaria ler o seu desabafo, pode ser por e-mail mesmo).
Continuando, somos todos iguais, apenas temos pensamentos diferentes. Mas quem disse que isso torna alguma pessoa melhor que a outra? Quem está certo? Quem está errado? Onde está escrito que você é melhor ou que eu sou melhor que você?
Quem dita a regra que uma religião está certa e a outra não? Que ter outra opção sexual é errado? Que o dinheiro é sinal de superioridade? Que o meu trabalho é melhor ou pior que o seu? Nada sabemos... Quanto mais descobrimos, maior é o risco de tudo que pensamos estar errado.
 
Caso queiram entrar em contato com o blogueiro Thiago Banik aqui está o s-mail dele: tbanik@gazetadopovo.com.br

Até